Com regras ambientais que restringem a ocupação a 40% da área e lançamentos exclusivos voltados ao "superluxo", o Estaleiro, uma das praias de natureza preservada de Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, deve se tornar um dos destinos mais valorizados do mercado imobiliário de alto padrão no Brasil.
Com realidade virtual, café exclusivo, telão de alta definição e transmissão ao vivo da vista para a marina, lounge da Blue Heaven no Marina Itajaí Boat Show apresentou o premiado Infinitá Treehouse. Durante o evento, a construtora iniciou negociações para as últimas unidades do empreendimento, que se destaca pela integração entre arquitetura, inovação e o estilo de vida náutico.
De 3 a 6 de julho, com experiência imersiva em realidade virtual e exibição de vídeos em telão, a Blue Heaven apresenta no Marina Itajaí Boat Show os diferenciais do Infinitá Treehouse. O empreendimento, premiado mundialmente e assinado pelo consagrado escritório Architects Office e comandado por Greg Bousquet, traz a conexão com o estilo de vida náutico como um dos seus destaques, além de aspectos inovadores de engenharia, de piscina de vidro com laje inclinada em cada apartamento, vista para as águas e até sistemas inteligentes, com automação inclusive nas churrasqueiras.
Com desempenho superior ao de grandes capitais como Rio e São Paulo, Itajaí ficou atrás apenas de João Pessoa e Campo Grande no ranking geral de valorização do Índice FipeZap. A cidade catarinense também figura entre os cinco maiores preços de metro quadrado do país e atrai investidores com projetos inovadores, como o Infinitá Treehouse, que eleva o padrão do mercado imobiliário de alto luxo.
Com mais de 20 anos de atuação no mercado imobiliário, o especialista e diretor de construtora de alto luxo, Fabrício Bellini, explica por que imóveis exclusivos, com poucas unidades e localizados em áreas valorizadas têm mais chances de rentabilidade e liquidez. Um exemplo no Sul do Brasil é a recém descoberta região das praias agrestes de Balneário Camboriú, onde a escassez de terrenos, menor percentual construtivo e área de preservação ambiental impulsionam o valor dos imóveis às alturas.